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Revista Bira

Princípios editoriais

Como a Bira escolhe suas pautas e toma decisões editoriais

Os princípios abaixo orientam o que entra na revista, como os assuntos são apurados e quais limites a publicação quer preservar conforme cresce.

Mestre e aprendiz trabalhando juntos na bancada
Os sete princípios
  1. Marcenaria como uma declaração de protagonismo humanoEm lugar da dependência e passividade diante das ofertas consumeristas que nos atingem a cada momento, resistir através do protagonismo humano na condução de ofícios e na capacidade de fabricar.
  2. Marcenaria como uma arte que nos conecta ao passado e ao futuroUma linguagem universal, que nos conecta a povos do passado e do mundo, e que nos cabe preservar para o futuro.
  3. A marcenaria começa com as árvoresReverenciar as árvores, fontes de madeira mas também muito mais, no contexto da imensa biodiversidade brasileira.
  4. Marcenaria na escala do artíficeAquela em que a habilidade individual tem grande peso no resultado final, cujo sucesso não depende de grande escala de repetição. Grandes processos industriais estão fora do objetivo da publicação.
  5. Marcenaria brasileiraPreenchendo o extenso vazio editorial no que diz respeito às práticas, às espécies e às personagens do nosso país.
  6. Marcenaria acessível e exigenteLinguagem acessível a uma grande variedade de perfis: marceneiros profissionais e amadores, artistas, empreendedores, arquitetos, designers, acadêmicos. Mas ao mesmo tempo exigente, que faça o leitor pensar, aprender e saltar adiante.
  7. Marcenaria diversaA riqueza de ideias e aprendizados vem da pluralidade, da diversidade de experiências passadas, culturas, visões de mundo. Queremos uma diversidade de gênero, de raça e que abarque outras minorias nos nossos artigos.

Esses princípios não substituem apuração, revisão ou debate editorial. Eles existem para tornar as decisões mais consistentes e permitir que o leitor também saiba como a revista pretende trabalhar.